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memórias & resmungos do Carlos Gil

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domingo, fevereiro 19, 2006

Bugatti Veyron EB 16.4


Há estórias fabulosas na história deste carro, herdeiro dum nome mítico e com pedigree único, talvez assim genéticamente já predisposto ao invulgar que cimenta os futuros mitos. Sei algumas mas não vou contá-las: vou pedir-vos que cliquem nos links e leiam um bocado da extraordinária história do Veyron.
O Bugatti Veyron foi pensado para ser o carro desportivo tecnologicamente mais evoluído, a arma definitiva que afirmaria o poder dum grupo industrial, nascendo o drama do pesadelo técnico em que se tornou, e do terror financeiro que existe e existirá enquanto o último não for produzido: anunciado em '99 e mostrada a primeira versão (motor W18) em 2000, em 2002 levam a Genéve o que chamaram de protótipo definitivo (W16, agora), e prometeram entregar os primeiros - finalmente..., em 2003. Uma administração e um corpo de engenheiros depois, no verão passado viram-se alguns 'civis' em aparições estratégicas, e parece que é desta, 2006 e mais de três anos depois, que entregam as primeiras das cinquenta encomendas confirmadas (e régiamente sinalizadas...) duma produção inicial que se sonhou em 300 e, hoje, já só se espera por ver o último dos seus cinquenta clientes na rua. Porque os custos do carro saiem a cinco milhões de euros a unidade, e foram contratados a um milhão deles, cada, contrato que se viram forçados a violar uma mão cheia de vezes quanto à data de entrega das encomendas, mais umas habilidades técnico-jurídicas acerca do que são (e como se obtêm..) as características de catálogo dum supercarro, e em particular os seus contratados 1001 cv de força, mais os 407 km/h...
Mas para além dos desaires financeiros na produção desta jóia de colecção, leiam um pouco acerca desta 'máquina perfeita', o constipado Veyron da renascida Bugatti e dor de cabeça permanente no grupo VAG, a juntar-se à enxaqueca do mal parido Phaeton e da sua fábrica de vidro, mais a dum Golf que parece ser filho de desenhadores que sofreram um ataque da gripe das aves, ainda por cima antes do tempo.
Quanto a estórias dos Bugattis, há uma que junta dois irmãos que eram doidos por Bugattis, o chauvinismo francês, o nosso falecido amigo Mitrã, e o Bugatti tipo 41, o Royale, supra sumo da excelência. Um dia destes conto. Agora cliquem aqui e aqui.

1 Comments:

Blogger Kafé Roceiro said...

Ei,
Adorei seu site. Postei um artigo sobre o Bugatti.
Visite meu site. Te espero lá.
abraço.
Kafé.

sexta-feira, março 31, 2006 5:01:00 da manhã  

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