Xicuembo (versão 3.0)

memórias & resmungos do Carlos Gil

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sábado, maio 21, 2005

O optimismo

É a grande carência nacional. Na imprensa as parangonas gritam e empolam o negativo, e isso vende sem rival pois formata os medos dos pessimistas militantes. A televisão é o que sabemos, e é ela a quase única consumidora do tempo de ócio, o tempo “nosso” e cuja fruição é desperdiçada nesse salivar ignominioso. Nas conversas de café, tertúlias familiares, faz-se corte e costura alheio sem se gabar os desfiles bonitos que (também) acontecem. A cultura do deita abaixo, órfã de valia quando aos seus horizontes são ocultados os bota acima de bom corte, que os há. É deprimente. Ainda mais quando se percebe que a culpa é sempre dos ‘outros’, peleja viciada quando os olhos são cegos a um dos lados do campo.
Ousar discordar? sim, sempre. Com raiz no raciocínio optimista de que não se é o ser mais perfeito do bairro, o mais puro e o mais certo, o mais lógico, nessa humildade e na justiça de não ler um adversário/rival/inimigo quando se exerce a democrática visão alternativa. Acreditar que não se vive imerso num meio mafioso onde tudo e todos nos querem tramar, que é errado arrolar só testemunhos negativos.
Optimismo - anda cá que estás a fazer tanta falta…

(a propósito, entre outras coisas que aqui não são chamadas, da matutina leitura da imprensa)

1 Comments:

Blogger th said...

EU HOJE NÃO ME APETECE DIZER NEM BEM NEM MAL...
SER ÓPTIMISTA OU PÉSSIMISTA...
ANTES PELO CONTRÁRIO!

sábado, maio 21, 2005 10:58:00 da tarde  

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